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Oi, meu nome é Rodrigo C. dos Anjos, tenho 33 anos, estou cursando Sitemas de Informação e sou do Rio de Janeiro (capital). Bom, o meu interesse por concursos públicos começou há quatorze anos atrás (1998) após me apresentar às forças armadas.

Nessa época, o meu sonho era seguir carreira militar, mas pela remuneração e benefícios, achei melhor migrar para a área civil. Foi um período meio conturbado, ja que estava de mudança e precisaria de um emprego urgente. Seria o primeiro passo antes de pensar em algum concurso.

Em 2002, recém empregado, surgiu a medida provisória que criaria a guarda federal. Achava que era a minha grande chance pela quantidade de vagas ofertadas (6 mil). Um grande equívoco! Foi um concurso que não saiu do papel, pois a MP foi barrada pela câmara após a eleição do Lula. Foi trágico e frustrante. rs

Após dois anos, fiz o concurso do TJ-RJ, mas por não ter estudado o suficiente, fiquei distante da aprovação. É aquele período em que você vai caminhando lentamente sem muita determinação. Isso é um mal para quem deseja mudanças.

Até que fiquei três anos sem pensar em concursos. Foi uma decisão infeliz, mas temporária. Comecei a trabalhar em uma escala de 12h/36h. Trabalhava em uma casa de show localizada na Barra da Tijuca (RJ). Praticamente estacionei a minha vida ali durante este tempo. Essa escala até que poderia me favorecer, mas o maior problema foi o banco de horas em dias de folga e as horas extras que seguiam madrugada a dentro.

Ao final de 2007, tentei uma transferência para melhorar o meu horário e também para evitar uma possível demissão, já que previam um corte no quadro de funcionários. Mas não adiantou. Fui demitido. Assim que recebi os meus direitos, eu decidi que seria um bom momento para mudar de vida e deixar de vez a inciativa privada. Então investi o dinheiro e comecei a estudar, mas sem focar em um seleção específica. Mas eu achava que faltava algo além dos materiais, um preparatório talvez. Foi aí que ouvi falar do EVP.

A partir desse momento percebi que meu desempenho melhorou. Fiz o concurso do MPU em 2010 para o Estado da Bahia. Apesar de ter feito 87 pontos, estava confiante que a aprovação era questão de tempo.

Em 2011 persisti no concurso da UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). A prova era composta de setenta questões, sendo: (10) de informática, (20) da lei 8112/90, (20) da lei 8666/93 e (20) de português. Consegui fechar a prova de informática, a do Estatuto do servidor e acertar as 19 questões da lei 8666/93, porém, fui eliminado. rs Cometi um grande erro por deixar português para a última hora, perdendo 10 questões dessa disciplina. Após isso (muita gente deve se lembrar) houve, em 2011, um jejum, pois a Dilma anunciara um corte no orçamento. Mas já no final do ano, surgiram previsões de vários concursos, e com isso, muita indecisão sobre qual eu faria.

Decidi pelo TRF(RJ-ES) e pela UFRJ, essa última com apenas 3 vagas e com uma concorrência de 253 candidatos (84 por vaga). Optei por deixar de lado aquela ideia de escolher o cargo conforme a sua oferta. Graças a Deus obtive um bom resultado, alcançando o segundo lugar. Hoje, compartilho momentos bons e difíceis que antecederam a aprovação com aqueles que também tiveram suas dificuldades.

Agora, com qualidade de vida e tempo suficiente, se Deus quiser e com a ajuda do Eu Vou Passar, buscarei com mais tranquilidade outros sonhos.

Agradeço muito a Deus, a minha família e ao EVP por este primeiro passo.

Desejo a todos muito sucesso e que não desistam dos seus objetivos. Persistam sempre.

Um abraço a toda equipe do EVP.

Apenas acredite em você!Rodrigo dos Anjos: “O mundo pertence aos otimistas. Os pessimistas são meros espectadores”.
[General Eisenhower]

1 Comment

  1. Renato Moraes disse:

    Bacana depoimento… boa sorte brother

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