Home » News » Ministério do Trabalho abre concurso para 100 vagas de auditor-fiscal

O Ministério do Trabalho e Emprego abriu de concurso público para 100 vagas de auditor-fiscal do trabalho. O salário é de R$ 14.280.

No site do Cespe/UnB, é possível ver o edital (acesse o edital).

As inscrições devem ser feitas pelo site http://www.cespe.unb.br/concursos/mte_2013 de 8 de julho a 29 de julho. A taxa é de R$ 130.

O candidato deve ter curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

A distribuição das vagas entre as unidades administrativas do Ministério do Trabalho e Emprego, para fins de lotação dos candidatos aprovados, será divulgada em ato do MTE, após homologação do resultado final do concurso, mediante o levantamento das unidades prioritárias, podendo recair sobre as Gerências Regionais do Trabalho e Emprego (GRTE) ou Sede das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego.

O candidato aprovado, nomeado e empossado deverá permanecer em exercício na unidade na qual tenha sido inicialmente lotado, no mínimo, durante o período de 3 anos, a contar da data de entrada em exercício.

A seleção terá provas objetivas, provas discursivas e sindicância de vida pregressa.

As provas objetivas, as provas discursivas, a sindicância de vida pregressa e a avaliação multiprofissional dos candidatos que se declararem com deficiência serão realizadas nas capitais das 26 unidades da Federação e no Distrito Federal.

A prova objetiva P1 terá a duração de 3h30 e será aplicada na data provável de 8 de setembro de 2013, no turno da manhã. A prova objetiva P2 terá a duração de 3h30 e será aplicada na data provável de 8 de setembro de 2013, no turno da tarde.

Na data provável de 30 de agosto, será publicado, no Diário Oficial da União, edital que informará a disponibilização dos locais e dos horários de realização das provas objetivas (P1 e P2).

A prova discursiva (P3) terá a duração de 3 horas e será aplicada na data provável de 6 de outubro de 2013, no turno da manhã. A prova discursiva (P4) terá a duração de 4 horas e será aplicada na data provável de 6 de outubro, no turno da tarde. A prova discursiva P3 consistirá de três questões a serem respondidas em até 20 linhas cada, acerca de direitos humanos e (ou) economia do trabalho e (ou) direito constitucional e (ou) direito administrativo; uma dissertação a ser elaborada em até 30 linhas acerca de direitos humanos e (ou) economia do trabalho e (ou) direito constitucional e(ou) direito administrativo.

A prova discursiva P4 valerá 100,00 pontos e consistirá de três questões contendo situações problema a serem resolvidas, em até 20 linhas cada, acerca de gestão de projetos e(ou) direito do trabalho e(ou) segurança e saúde no trabalho; um parecer técnico, a ser elaborado em até 60 linhas, acerca de segurança e saúde no trabalho.

Fonte: G1

1 Comment

  1. Artur Dias disse:

    Saiu o edital para auditor fiscal do trabalho. Simplesmente ridículo. O conteúdo programático exigido, em comparação aos certames anteriores, sofreu irrazoáveis mudanças. Cabem sérias reflexões a respeito.

    Entendo que as exigências de um concurso público visam o atendimento do interesse público, e não os interesses de quem presta as provas. É certo também que presta concurso público quem quiser. No entanto, pergunto: para o Ministério do Trabalho, qual é o perfil traçado para um Auditor Fiscal?

    Parece que nem eles sabem. Em um determinado ano eles resolvem, por exemplo, que o profissional precisa entender de Direito Penal, de Direito Civil, de Direito Comercial, de Inglês… em outro ano eles pegam o Direito Penal, o Direito Civil, o Direito Comercial, o Inglês, jogam tudo no lixo e resolvem, do nada, que o profissional precisa entender de Direitos Humanos, de Contabilidade, de Auditoria… Mesmo sabendo que nenhuma profissão é estanque, mesmo sabendo que o ambiente de qualquer atuação profissional não é imutável, eu pergunto: afinal, o que eles querem?

    Aos candidatos que estabeleceram um plano de estudos projetando seguir a carreira baseando-se nas exigências dos concursos anteriores para o cargo – as quais, em meu entendimento, traduzem a expectativa do Ministério por um determinado perfil – restam dois meses para engolir a imensidade de matérias subitamente exigidas? Como assim?

    O que dizer agora para quem está estudando há um ano, dois anos, três anos, investindo tempo e dinheiro nisso? O que dizer agora para as instituições de ensino voltadas para concursos públicos, seus professores e demais profissionais, que dimensionaram seus investimentos para a preparação de candidatos para esse concurso público? Não é demais pensar que a divulgação de um concurso público, muito antes da publicação de seu edital, movimenta setores da economia que não podem ser tratados com desprezo e unilateralmente. O poder da Administração Pública não pode extrapolar a conveniência e oportunidade e se traduzir em abuso.

    Estou revoltado.

    Que esse acontecimento, por favor, não desestimule ninguém de estudar. Eu continuarei estudando. Inúmeros outros concursos pulularão além desse. Mas, desculpem, dessa história absurda precisamos tirar lições e exigir do Poder Público diretriz gerencial e respeito.

    Quem agradecerá no final é o interesse público.

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